Volta pra casa
Depois de quatro dias de cerveja gelada, comida gostosa e conversa fiada na beira do mar, resolvemos evitar o tráfego pesado da BR101 e voltar por uma estrada que começa ao sul de Campos.
Depois de quatro dias de cerveja gelada, comida gostosa e conversa fiada na beira do mar, resolvemos evitar o tráfego pesado da BR101 e voltar por uma estrada que começa ao sul de Campos.
A cada dia um empreendimento novo, a cada tapume, um susto: o avanço imobiliário ameaça a qualidade de vida e o futuro de Vitória.
A falta de estacionamento impacta negócios e o convívio social, tornando o centro da cidade inacessível para quem vai de carro.
Tenho andado meio assustado com as mudanças que estão acontecendo em Vitória, que conheço desde 1958, quando meu pai veio trabalhar aqui.
A Praça do Cauê, um dos últimos redutos de resistência cidadã, está ilhada por um fluxo intenso de veículos, acabando com o sossego da área.
Os carros de antigamente não tinham ar condicionado; todos andávamos com as janelas abertas e ajustávamos o quebra-vento para regular o vento.
Na volta da cidade, em pleno horário do rush, dei de cara com os olhos de uma morena que parecia saber do próprio valor.