Bilros, tambores e coquinhos
Sábado passado fomos à Barra do Jucu para conhecer uma movimentação que acontece há uns 10 anos: a retomada da produção de renda de bilro, uma tradição de longa data naquela antiga vila de pescadores.
Sábado passado fomos à Barra do Jucu para conhecer uma movimentação que acontece há uns 10 anos: a retomada da produção de renda de bilro, uma tradição de longa data naquela antiga vila de pescadores.
Tenho boa disposição para consertar o que quebrou, estragou, parou de funcionar e tudo o mais que acontece de problema numa casa movimentada.
Dois colhereiros, separados por um oceano, trocam colheres e histórias, celebrando a amizade e o hobby que os une sem interesses comerciais.
Manu pediu uma perna de pau de presente; o avô, experiente em madeira, constrói o brinquedo que traz aprendizado e diversão para a neta.
Avô ensina neta a trabalhar o bambu e prepara momentos de pesca e aprendizado em família nos EUA, entre memórias e novas experiências.
Montei a oficina na varanda para fazer um arco e flecha para meu neto Gael, tudo feito com calma e segurança para estimular o aprendizado e a diversão.
A canoa entra no mar às seis e meia da manhã, com águas espelhadas e paisagem que anima o espírito do remador.
A pescaria de carapau é uma disputa entre pescadores que exige técnica, concentração e muita disposição para enfrentar horas de gozação.
Perdi uma faquinha usada há quatro anos para cortar bambu, e sinto como se tivesse perdido um dedo da mão direita.