Bilros, tambores e coquinhos
Sábado passado fomos à Barra do Jucu para conhecer uma movimentação que acontece há uns 10 anos: a retomada da produção de renda de bilro, uma tradição de longa data naquela antiga vila de pescadores.
Sábado passado fomos à Barra do Jucu para conhecer uma movimentação que acontece há uns 10 anos: a retomada da produção de renda de bilro, uma tradição de longa data naquela antiga vila de pescadores.
Relembro temas marcantes das minhas crônicas, especialmente os desafios políticos recentes. Analiso o impacto das crises e campanhas eleitorais, e como as mudanças no cenário político influenciam o futuro do país e das lideranças envolvidas.
Tenho escrito crônicas quinzenais há anos, refletindo sobre a vida, família e pequenos detalhes do cotidiano. Agora penso em reunir essas histórias em um livro, buscando compartilhar memórias e emoções com quem acompanha minhas palavras.
Durante uma viagem aos Açores e Portugal, enfrentei uma crise de ciático que me obrigou a buscar fisioterapia e exercícios específicos. A recuperação me trouxe alívio, mais força e disposição, além de um reencontro com minhas raízes familiares.
Tenho um liquidificador velho que parou de funcionar, mas Seu Natal, com sua oficina cheia de histórias, sempre dá um jeito. Essas trocas simples e gentis me fazem lembrar da importância das pessoas e das memórias que carregamos no cotidiano.
Preparei um cozido especial para o aniversário do meu sobrinho, combinando legumes e carnes com técnicas que aprendi ao longo dos anos. A alegria e surpresa dos convidados ao ver e provar a mesa farta me mostraram o valor da dedicação e do sabor em família.
Voltei a Cachoeiro com Carol e revivi memórias ao passar por Guarapari. Observei as mudanças nas estradas e o trânsito caótico que desafia a rotina. A experiência da moqueca em Ubu me ensinou que expectativa nem sempre combina com realidade.
Viajei a São Paulo para celebrar os aniversários da minha filha e do neto, mas acabei gripado e enfrentando uma revista rigorosa no aeroporto. Trouxe livros para a FLIC e vivi momentos entre família, viagens e as mudanças no cotidiano das cidades grandes.
A faixa de areia da Praia da Esquerda estava mais larga que nunca, com o mar revolto e uma tartaruga morta trazida pela maré.
Relato sobre encontros culturais e amizades fortalecidas por meio da arte do trabalho manual e da produção de colheres de bambu.