Voando na Ilha
Dia desses uma família de corujas fez sucesso na primeira página deste jornal. Sérias e intrigadas, elas posaram para a foto diante da toca que cavaram na areia.
Dia desses uma família de corujas fez sucesso na primeira página deste jornal. Sérias e intrigadas, elas posaram para a foto diante da toca que cavaram na areia.
A sandália de dedo faz parte da existência dos brasileiros, carregando memórias, usos e histórias que atravessam gerações e cidades.
Caminhar cedinho na areia da praia permite acompanhar a sutileza da mudança dos ventos e entender a vida à beira-mar.
Mais doces, mais coloridas, mais homogêneas, mais rentáveis. Coisas do chamado agro-bussines.
Na volta da cidade, em pleno horário do rush, dei de cara com os olhos de uma morena que parecia saber do próprio valor.
As comemorações de 40 anos da conquista me fizeram lembrar que Bebeta morreu centenária sem acreditar que o homem tivesse pisado na Lua.
Casa de avô, espaço para a infância plena: brincar, explorar, sujar a cara e descobrir o mundo com liberdade e carinho.
Cachoeirense adora se reencontrar. Lá na própria terra, no Rio de Janeiro, na Barra do Jucu, em Brasília, aqui em Vitória. É sempre festa de abraços, beijos e lembranças.
Na praia de Copacabana, um encontro com uma ex-namorada e a passagem do Concorde revelam mudanças radicais e memórias que marcam para sempre.
Perdi uma faquinha usada há quatro anos para cortar bambu, e sinto como se tivesse perdido um dedo da mão direita.