Emoções bávaras
Relato sobre encontros culturais e amizades fortalecidas por meio da arte do trabalho manual e da produção de colheres de bambu.
Relato sobre encontros culturais e amizades fortalecidas por meio da arte do trabalho manual e da produção de colheres de bambu.
Descobri que elogios verdadeiros reforçam a autoestima e fazem bem pra saúde, e que podem se transformar em reconhecimento e amizade além mar.
Depois de idas e vindas, foi ao ar uma entrevista que dei para Francisco Grijó, nos estúdios da TV Vitória, sobre os meus livros.
Celebrar os 50 anos da turma de Engenharia da UFRJ e reencontrar ex-alunos, enquanto a paixão pelo Fluminense anima a viagem ao Rio.
Lançamentos de livro são oportunidades para reencontros e celebração da amizade, além de momentos de aprendizado e troca cultural.
Estivemos por 4 dias em Brasília, depois de anos sem voltar lá. A última vez tinha sido corrida, sem tempo para rever amigos que deixamos quando viemos para Vitória em 1987.
O presente feito com geleia de jabuticaba, espátula de bambu e bilhete emocionou uma amiga após 50 anos sem contato.
Foram 7 horas de festa, celebrando o reencontro após meses, mostrando que o afago das mãos e os abraços não têm substituto.
O convívio com Amora me faz lembrar do bicudo de mamãe, que papai ganhou de Augusto Ruschi pouco antes de morrer e que ficou com ela muitos anos.
Amora, a arara Canindé, ganhou minha confiança com comida e carinho, tornando-se companhia essencial na quarentena.