Ir e vir
O tempo de viagem era igual para ricos e pobres, e a paisagem pela janela atestava a transição entre dois mundos diferentes.
O tempo de viagem era igual para ricos e pobres, e a paisagem pela janela atestava a transição entre dois mundos diferentes.
Decidi pedir a Papai Noel que acabasse com a poeira e fuligem da Ponta do Piraém, com a mesma esperança de quando quis um velocípede em 1951.
O self-service é a versão prêt-à-porter da alta gastronomia, oferecendo qualidade e diversidade a preços justos para uma clientela apressada.
Dia desses uma família de corujas fez sucesso na primeira página deste jornal. Sérias e intrigadas, elas posaram para a foto diante da toca que cavaram na areia.
A sandália de dedo faz parte da existência dos brasileiros, carregando memórias, usos e histórias que atravessam gerações e cidades.
Mais doces, mais coloridas, mais homogêneas, mais rentáveis. Coisas do chamado agro-bussines.
As comemorações de 40 anos da conquista me fizeram lembrar que Bebeta morreu centenária sem acreditar que o homem tivesse pisado na Lua.
Casa de avô, espaço para a infância plena: brincar, explorar, sujar a cara e descobrir o mundo com liberdade e carinho.
Cachoeirense adora se reencontrar. Lá na própria terra, no Rio de Janeiro, na Barra do Jucu, em Brasília, aqui em Vitória. É sempre festa de abraços, beijos e lembranças.
Na praia de Copacabana, um encontro com uma ex-namorada e a passagem do Concorde revelam mudanças radicais e memórias que marcam para sempre.