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Três gerações revivem o festival da TV Record de 1967, um marco da música e cultura brasileira em tempos de mudanças e embates políticos.
Três gerações revivem o festival da TV Record de 1967, um marco da música e cultura brasileira em tempos de mudanças e embates políticos.
Jamais se esquecerão de terem participado daquele momento especial na trajetória do time tricolor carioca. É coisa para o resto da vida.
Sou do tempo em que os cachorros viviam soltos, comiam comida de panela e só tomavam vacina anti-rábica.
Notícia de baleia morta na praia faz lembrar a caça em Costinha, Paraíba, e o impacto da pesca proibida no Brasil.
Tenho andado meio assustado com as mudanças que estão acontecendo em Vitória, que conheço desde 1958, quando meu pai veio trabalhar aqui.
Carrego no dedo médio o resultado de uma decisão tomada no primeiro dia das férias, que marcou minha juventude e minha visão sobre escolhas e consequências.
Seu Joaquim, com destreza, descascava cocos na praia, vendendo-os com cordialidade e ensinando o uso da foice, símbolo de sua vida e trabalho.
O pescador resignado guarda seus apetrechos após enfrentar o mar ressacado, preparando-se para a próxima pescaria no feriado.
Os carros de antigamente não tinham ar condicionado; todos andávamos com as janelas abertas e ajustávamos o quebra-vento para regular o vento.
A varanda da nossa casa em Cachoeiro era um lugar fresquinho e de onde se podia avistar Teresa, metida nos seus patins de rodinhas de aço, fazendo charme.