Entrando nos 70
Completei setenta anos e faço um balanço da vida, lembrando pessoas que foram determinantes na minha existência e na minha trajetória.
Completei setenta anos e faço um balanço da vida, lembrando pessoas que foram determinantes na minha existência e na minha trajetória.
Levar os netos para vacinar contra febre amarela, pescar e assistir cinema revela momentos simples e valiosos da vida em família.
Na semana passada estivemos em Cachoeiro para as primeiras homenagens ao Cachoeirense Ausente Número Um deste ano, o engenheiro José Eduardo Moreira.
Entrevistas com motoristas de Uber revelam um novo modelo de negócio inovador e a vida na cidade de São Paulo.
Ganhei muitos presentes compatíveis com minhas manias e idade, mostrando carinho e atenção na escolha, entre colheres feitas à mão e livros de fotografia.
Confesso que não me recordo de tempos tão férteis em situações e fatos tão expressivos como os que surgem a cada edição de jornal, a cada noticiário da TV.
As chuvas que atrapalham o turismo rural são as mesmas que irrigam a plantação nas franjas do Parque Nacional do Caparaó.
Tenho uma fotografia de tia Carmosina, a primeira mulher a tirar carteira em Cachoeiro, ao volante de um Ford 29 novinho, com mamãe e tia Yedda no banco de trás.
Há mais de vinte anos que temos sempre em casa dois ou três cachorros da raça basset, ideal para brincar com criança e acompanhar adulto.
O descalabro do pó preto em Vitória marca o fim da paciência com a poluição e exige medidas definitivas para proteger a população.