Bolsa de pescaria
A velha bolsa de pescaria, guardiã de memórias e ferramentas, revela a magia das pescarias entre avô e netos.
A velha bolsa de pescaria, guardiã de memórias e ferramentas, revela a magia das pescarias entre avô e netos.
Theo, meu neto, com os olhos brilhando, pediu para pescar; uma pescaria que revive laços e memórias em família na Praia do Suá.
Depois de conseguir que o filhote de sabiá comesse mamão no meu chapéu, vivi momentos de convivência e lembranças que remetem à eleição de Collor.
Tenho boas lembranças da Copa de 58, adultos e crianças em volta de um enorme rádio de madeira na sala de visitas da nossa casa, lá em Cachoeiro.
A crônica relembra as brincadeiras e personagens da infância em Vitória, destacando a liberdade e simplicidade dos anos 60 e 70.
A pescaria em Barra Grande revive emoções e memórias de disputas antigas com varas de bambu e peixes valentes na baía de Camamu.
Digo isso porque sou do tempo em que bicicleta era meio de transporte e diversão e pouca gente tinha uma.
Fevereiro começou com festa animada dos 30 anos da caçula, entre comidas, música e reflexões sobre mudanças sociais e costumes brasileiros.
Um domingo chuvoso e a lembrança da enorme concha vista em Abrolhos, entre histórias de pescaria e encontros à beira-mar.
Fotos vão mostrar um Papai Noel tentando animar os netos, mas nada revelarão sobre a chuva forte que batia na vidraça da sala.