Vizinhança
Na quarentena, a boa vizinhança renasce com trocas de colheres, pães e cachaça, resgatando amizades e solidariedade no bairro.
Na quarentena, a boa vizinhança renasce com trocas de colheres, pães e cachaça, resgatando amizades e solidariedade no bairro.
Nos anos 70, ao som de Preta Pretinha, um convite para casar na proa da barca entre Niterói e Praça XV marcou uma história de amor e festa.
O isolamento tem sido tempo para refletir, aprender e enfrentar desafios políticos e de saúde pública em meio à pandemia.
Tirar goiaba virou diversão para os netos, superando joguinhos e TV, com uma acirrada competição para colher as maiores frutas.
Um Natal em família no sítio, longe da internet, com crianças livres para explorar a natureza e adultos desfrutando da convivência sem mau humor.
Estou às voltas com uma baita herpes zoster, mobilizando todas as minhas atenções e paciências diante das dores e incômodos.
O ambiente exige respeito: uma reflexão sobre o aumento da agressividade nas redes sociais e a perda da razão no debate político.
Qualquer cidadão que pouco acompanha inovações automotivas se vê cheio de incertezas diante do crescente cipoal de opções e novidades.
Na rede, as conversas rangem como os ganchos, balançando calmamente, enquanto se observa o progresso das casas de marimbondo e as telhas cor de barro.
Comecei a semana tentando acabar com um hábito matinal antigo: ler o jornal impresso no café, agora substituído pela versão digital.