Tempos modernos
Amora, a arara, muda seu comportamento enquanto a família adota minhocas para compostagem e moderniza o cuidado com o jardim.
Amora, a arara, muda seu comportamento enquanto a família adota minhocas para compostagem e moderniza o cuidado com o jardim.
O convívio com Amora me faz lembrar do bicudo de mamãe, que papai ganhou de Augusto Ruschi pouco antes de morrer e que ficou com ela muitos anos.
Amora, a arara Canindé, ganhou minha confiança com comida e carinho, tornando-se companhia essencial na quarentena.
Nesta pandemia, nossa casa virou estúdio fotográfico, transformando espaços e explorando a beleza das fibras do bambu com a câmera do celular.
Na falta de quem as fizesse profissionalmente, passei a brincar de engenheiro de produção ao realizar as tarefas indispensáveis que me cabem no dia a dia.
Perdi um grande amigo, Iveraldo, que me ensinou a valorizar alegria, ética e a importância dos bons momentos em família e amizade.
Cresce a insatisfação com o uso da liberdade de expressão para ameaçar, difamar e mentir, enquanto reações práticas começam a mudar o panorama político.
Amora, a arara quase como um cachorro, aprende ordens, demonstra afeto e transforma a rotina em momentos de pura diversão e cumplicidade.
Constrangimento atinge mais pesadamente pessoas de boa fé, gerando emoções silenciosas e cumulativas que podem mobilizar coletivos por causas comuns.
Após um infarto, o autor relata seu isolamento e a perda da esperança diante da política e da pandemia, enquanto cria colheres de bambu em casa.