Muito chato, chatíssimo
Após um infarto, o autor relata seu isolamento e a perda da esperança diante da política e da pandemia, enquanto cria colheres de bambu em casa.
Após um infarto, o autor relata seu isolamento e a perda da esperança diante da política e da pandemia, enquanto cria colheres de bambu em casa.
O isolamento tem sido tempo para refletir, aprender e enfrentar desafios políticos e de saúde pública em meio à pandemia.
Estou às voltas com uma baita herpes zoster, mobilizando todas as minhas atenções e paciências diante das dores e incômodos.
Decidi ser um paciente exemplar, enfrentando exames, medicações e cuidados, enquanto observava as sobrancelhas das enfermeiras no hospital.
Hoje, a cirurgia de catarata é rápida e simples, e ajustes em aparelhos auditivos podem transformar a vida de quem sofre com perda auditiva.
O estado gripal faz aumentar a irritabilidade e provoca letargia, afastando o interesse pelas notícias e pela escalada das barbáries nacionais.
Acreditar em alguma coisa traz esperança e deve fazer bem pra saúde, mesmo em tempos de incertezas políticas e sociais no Brasil.
Levar os netos para vacinar contra febre amarela, pescar e assistir cinema revela momentos simples e valiosos da vida em família.
Passei dias com apêndice inflamado, entre exames, cirurgia e cuidados, refletindo sobre a vida e o apoio da família e amigos.
Limpar as orquídeas e as pedras da casa revela a importância do cuidado com o meio ambiente e o trabalho silencioso de quem limpa as praias.