Tá danado
As tensões aumentam sem que surjam lideranças capazes de mediá-las, em nome da vida e do bom senso.
As tensões aumentam sem que surjam lideranças capazes de mediá-las, em nome da vida e do bom senso.
Crescem a contaminação e mortes na pandemia, enquanto a desconfiança na gestão e a polarização política aumentam o sentimento de impotência.
Morrer gente por falta de oxigênio é crime de lesa pátria e revela o retrocesso da saúde pública no Brasil em plena pandemia.
Dezembro fértil em acontecimentos políticos: prisão de Crivella, decisões no STF e eleições que abalam o governo Bolsonaro.
A serenidade do presidente eleito dos EUA contrasta com a crise política brasileira e a expectativa para as próximas eleições no país.
Uma autoridade federal posa com metralhadora, simbolizando a ameaça à liberdade cultural e à proteção ambiental no Brasil.
A estratégia eficaz de enfrentamento político tira o conforto dos prepotentes e dá voz a quem discorda, fortalecendo a participação cidadã.
Cresce a insatisfação com o uso da liberdade de expressão para ameaçar, difamar e mentir, enquanto reações práticas começam a mudar o panorama político.
Constrangimento atinge mais pesadamente pessoas de boa fé, gerando emoções silenciosas e cumulativas que podem mobilizar coletivos por causas comuns.
O isolamento tem sido tempo para refletir, aprender e enfrentar desafios políticos e de saúde pública em meio à pandemia.