Minha preta pretinha
Nos anos 70, ao som de Preta Pretinha, um convite para casar na proa da barca entre Niterói e Praça XV marcou uma história de amor e festa.
Nos anos 70, ao som de Preta Pretinha, um convite para casar na proa da barca entre Niterói e Praça XV marcou uma história de amor e festa.
Um Natal em família no sítio, longe da internet, com crianças livres para explorar a natureza e adultos desfrutando da convivência sem mau humor.
Qualquer cidadão que pouco acompanha inovações automotivas se vê cheio de incertezas diante do crescente cipoal de opções e novidades.
Na rede, as conversas rangem como os ganchos, balançando calmamente, enquanto se observa o progresso das casas de marimbondo e as telhas cor de barro.
Em breve, não mais lerei jornal no café da manhã, quebrando um hábito de vida inteira e enfrentando a falta do jornal para usos práticos em casa.
Uma festa de reencontro na Curva da Jurema revive memórias dos anos 70 e celebra a trajetória da Feira do Mármore em Cachoeiro.
Newton Braga inventou a Festa de Cachoeiro para celebrar reencontros, reunindo conterrâneos em abraços e risos na terrinha.
A convivência com Mário colocou na berlinda atitudes típicas de rapazes capixabas, incluindo a gozação e o uso de apelidos pejorativos.
Difícil decidir o destino dos livros e objetos que transformaram o antigo escritório em um lugar de boas lembranças e referências pessoais.
Carrinho de rolimã é algo que povoa a cabeça de muito marmanjo velho que conheço, trazendo boas lembranças de infância e brincadeiras nas ladeiras.