Haja emoção
O final de 2022 e começo deste ano foram tempos de fortes emoções, entre festas, eleições e celebrações familiares marcantes.
O final de 2022 e começo deste ano foram tempos de fortes emoções, entre festas, eleições e celebrações familiares marcantes.
Aos 75 anos, reflito sobre presentes e a força de me reinventar, entre colheres de bambu, família e escolhas pessoais.
Durante meses escrevi sobre o que merecia atenção, ajustando a redação e escolhendo fotos, até chegar a um livro com pé e cabeça.
Estivemos por 4 dias em Brasília, depois de anos sem voltar lá. A última vez tinha sido corrida, sem tempo para rever amigos que deixamos quando viemos para Vitória em 1987.
Ronaldo, o Rei da Noite da Vitória antiga, levou consigo uma época tranquila e prazerosa que marcou gerações.
O presidente, cada vez mais nervoso, adota atitudes ousadas e agressivas, provocando reações firmes da sociedade e aliados.
Sorte minha é poder encontrar refúgio em temas familiares, com a casa cheia e muita animação em meio ao caos político.
Na Praia da Esquerda, homens sincronizados usam roçadeiras para manter o mato sob controle, transformando o trabalho em uma verdadeira coreografia.
Santa Teresa cresce como polo turístico, com festival de música, gastronomia e uma equipe de atendimento que funciona no automático.
O presente feito com geleia de jabuticaba, espátula de bambu e bilhete emocionou uma amiga após 50 anos sem contato.