Temores e palpites
Estamos impotentes diante dos acontecimentos e só podemos cravar palpites sobre as medidas que o poderoso norte americano poderá impor.
Estamos impotentes diante dos acontecimentos e só podemos cravar palpites sobre as medidas que o poderoso norte americano poderá impor.
Passei muitas horas de barriga pra cima, olhando aquelas telhas, pensando na vida, nos meninos, na mulher, nas coisas do trabalho.
Na rede, as conversas rangem como os ganchos, balançando calmamente, enquanto se observa o progresso das casas de marimbondo e as telhas cor de barro.
Fiz questão de começar o ano sem compromissos sérios, liberado de obrigações sociais e despojado de expectativas relevantes.
Depois das eleições, reflexões sobre política, viagens e o cotidiano agitado em São Paulo, sem perder a serenidade nas opiniões.
Completei setenta anos e faço um balanço da vida, lembrando pessoas que foram determinantes na minha existência e na minha trajetória.
Confesso que não me recordo de tempos tão férteis em situações e fatos tão expressivos como os que surgem a cada edição de jornal, a cada noticiário da TV.
Em meio à crise política e econômica, a vida cotidiana revela histórias de resistência, comércio informal e a relação entre pessoas e seus animais.
Sevá passou a vida brigando por melhores condições de vida, deixando um legado de textos e ações em defesa do meio ambiente e da justiça social.
Na velocidade dos fatos, sinto-me atordoado, sem conseguir processar o que chega pela mídia, entre política, economia e cotidiano.