Com e sem pescoço
Morrer gente por falta de oxigênio é crime de lesa pátria e revela o retrocesso da saúde pública no Brasil em plena pandemia.
Morrer gente por falta de oxigênio é crime de lesa pátria e revela o retrocesso da saúde pública no Brasil em plena pandemia.
Dezembro fértil em acontecimentos políticos: prisão de Crivella, decisões no STF e eleições que abalam o governo Bolsonaro.
Em meio à pandemia, a notícia da chegada do oitavo neto traz esperança e alegria em tempos difíceis.
O convívio com Amora me faz lembrar do bicudo de mamãe, que papai ganhou de Augusto Ruschi pouco antes de morrer e que ficou com ela muitos anos.
Nesta pandemia, nossa casa virou estúdio fotográfico, transformando espaços e explorando a beleza das fibras do bambu com a câmera do celular.
Na falta de quem as fizesse profissionalmente, passei a brincar de engenheiro de produção ao realizar as tarefas indispensáveis que me cabem no dia a dia.
Perdi um grande amigo, Iveraldo, que me ensinou a valorizar alegria, ética e a importância dos bons momentos em família e amizade.
Amora, a arara quase como um cachorro, aprende ordens, demonstra afeto e transforma a rotina em momentos de pura diversão e cumplicidade.
Após um infarto, o autor relata seu isolamento e a perda da esperança diante da política e da pandemia, enquanto cria colheres de bambu em casa.
O isolamento tem sido tempo para refletir, aprender e enfrentar desafios políticos e de saúde pública em meio à pandemia.