Emoções bávaras
Relato sobre encontros culturais e amizades fortalecidas por meio da arte do trabalho manual e da produção de colheres de bambu.
Relato sobre encontros culturais e amizades fortalecidas por meio da arte do trabalho manual e da produção de colheres de bambu.
A roda de conversa na biblioteca reuniu cerca de 50 pessoas para celebrar o prazer de criar e o valor do fazer bem feito.
Durante meses escrevi sobre o que merecia atenção, ajustando a redação e escolhendo fotos, até chegar a um livro com pé e cabeça.
Um senhor na feira conserta cabos e tampas de panelas, mantendo viva a arte dos reparos essenciais no cotidiano.
Nem imagino de onde saiu esse desejo dele de ter uma seta, um bodoque, daqueles que as crianças de antigamente usavam para brincar.
Nesta pandemia, nossa casa virou estúdio fotográfico, transformando espaços e explorando a beleza das fibras do bambu com a câmera do celular.
Após um infarto, o autor relata seu isolamento e a perda da esperança diante da política e da pandemia, enquanto cria colheres de bambu em casa.
Dois colhereiros, separados por um oceano, trocam colheres e histórias, celebrando a amizade e o hobby que os une sem interesses comerciais.
A foicinha paraibana, com design único, revela a paixão por ferramentas e a conexão entre tradição e inovação no cotidiano.
Em meio à crise política e econômica, a vida cotidiana revela histórias de resistência, comércio informal e a relação entre pessoas e seus animais.